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Diálogos sobre Habacuque em Dias de COVID19

Diálogos sobre Habacuque em Dias de COVID19

Em Habacuque encontramos um ensino importante para os tempos de crise, em  especial nos dias de enfrentamento a pandemia do COVID19. Diferente dos outros livros proféticos que começam com uma visão ou uma mensagem divina, o livro de Habacuque é fruto de um dialogo entre o profeta e Deus. O início é marcado por uma reclamação pessoal à Deus, pois o profeta estava em crise por estar sendo afligido pelo cenário de injustiça a sua volta, e sua indignação ganhou novas proporções ao saber como Deus interviria naquela situação.

Da mesma forma, resguardadas as devidas proporções, em nossos dias estamos diante de um grande drama global que tem afetado a vida de todos. Além da sobrecarga que toda nova doença acarreta nos sistemas de saúde de um país, temos sérios desdobramentos, que ainda não podem ser mensurados, sobre o quanto o COVID19 afetará a sociedade à longo prazo.

 

HABACUQUE NOS ENSINA QUE PRECISAMOS DE UMA NOVA POSTURA PARA OUVIR

Sendo assim, eu me colocarei, como sentinela, sobre minha torre de vigia; tomarei posição sobre a muralha; aguardarei para ver o que Yahweh, o SENHOR, me dirá e que resposta receberei aos meus questionamentos! - Hc 2.1

A primeira resposta de Deus (Hc 1) trouxe ainda mais inquietação ao profeta. Quando paramos para analisar seus novos questionamentos, percebemos que ele continuava preso à sua perspectiva pessoal, e desta forma, seus pressupostos sufocavam o seu entendimento sobre o que de fato estava sendo comunicado pelo Senhor.

Para deixarmos de fazer perguntas desconectadas precisamos mudar nossa maneira de pensar. Ao invés de fazermos sempre as mesmas perguntas porque permanecemos em busca de uma resposta que faça sentido ao que desejamos, devemos buscar uma nova perspectiva sobre o que estamos vendo e ouvindo. Por isso Habacuque deixou um determinado plano, para estar em um lugar mais alto para ampliar seu alcance de visão e assim observar com mais atenção. Se na condição anterior sua perspectiva era circunstancial, nesta nova posição se tornou transcendente. Vale ressaltar que o transcendente não envolve uma bizarrice mística, mas uma realidade que traz o real sentido e significado aos fatos circunstanciais.

Enquanto na sociedade pós moderna o homem está buscando um lugar alto para ser visto, visando satisfazer sua necessidade de reafirmação de quem acredita ser, homens proféticos estão procurando um lugar alto para ver e conhecer a Deus. A partir da contemplação da realidade do Deus Eterno, é que se desenvolve uma nova perspectiva  sobre os dias atuais e vindouros.

A expressão "se colocar" utilizada no texto (עמד ‘amad) significa estar em pé ou permanecer em pé, assumir uma postura, se posicionar e também em alguns momentos é usada para explicar a postura de apresentar alguém diante do rei. Por isso, a mudança de postura de Habacuque consiste em observar com mais atenção, aquietar o coração e se posicionar para ter uma nova postura para ouvir. O rabino Jonathan Sacks em um dos seus comentários, nos aponta que o princípio do ouvir não se resume apenas ao momento em que captamos os sons das palavras, mas é um processo progressivo em nosso interior.

O judaísmo não é uma religião de obediência cega. Surpreendentemente em uma religião de 613 mandamentos, não há nenhuma palavra hebraica que signifique “obedecer”. Quando o hebraico foi ressuscitado como uma língua viva no século 19, e havia necessidade de um verbo que significasse “obedecer”, devia ser emprestado do aramaico: le-tsayet. Em vez de uma palavra que significa “obedecer”, a Torá usa o verbo shemá, sme tradução para o português, porque significa ouvir, escutar, entender, internalizar e responder.

Habacuque subiu a um lugar mais alto para ver e ouvir com mais clareza, e como fruto desta postura tomou uma nova atitude diante da resposta de Deus. Ao invés de prosseguir com as mesmas perguntas, permitiu que uma oração nascesse em forma de canção (Hc 3). A postura para ouvir trouxe clareza sobre o que orar e como orar de maneira intercessória, levando-o a render ações de graças pela maneira com que Deus agiria nas situações que estavam sendo apresentadas.

Este mesmo ensino é reproduzido por Paulo em 1Tm 2.1 "antes de tudo, recomendo que se façam súplicas, orações, intercessões e ações de graças, em favor de todas as pessoas". Anderson Bomfim nos apresenta na Plataforma de Ensino Farol um gráfico muito esclarecedor sobre esta dinâmica progressiva da oração encontrada no livro de Habacuque e comunicada a Timóteo pelo apóstolo Paulo.

 

 

Esta instrução de Paulo a Timóteo precisa ser relembrada por nós todos os dias. Antes de tudo envolve uma postura, uma escolha que prioriza e que define todo o resto. As súplicas se relacionam ao primeiro nível de uma oração que envolve pedir a Deus sobre o que nos aflige. Neste primeiro nível precisamos vencer a inquietação interior que afeta nossa capacidade de ver e ouvir a Deus.

Quando o assunto é conhecer Deus, somos uma cultura de atrofiados espiritualmente. Grande parte da nossa religião é apresentada de modo a atender as nossas necessidades sentidas - e estas são quase que invariavelmente ancoradas na busca de nossa própria felicidade e realização. Deus torna-se simplesmente o Grande Ser que, pelo menos potencialmente supre as nossas necessidades e realiza as nossas aspirações. Pensamos muito pouco a respeito de como ele é, o que ele espera de nós, o que ele procura em nós. Não somos cativados por sua santidade e seu amor, seus pensamentos e palavras capturam muito pouco da nossa imaginação, do nosso discurso e poucas das nossas prioridades. - D.A Carson

O segundo nível é quando nossas orações transicionam de pedidos pessoais para a busca da vontade de Deus. Automaticamente somos conduzidos a desenvolver uma oração que se estende ao outro, que coloca o outro na frente. Por exemplo o clamor pessoal por uma “solução financeira”, passa a ser em favor de todos os que estão sendo “afligidos” pela falta de sabedoria em gerenciar os recursos disponíveis. Conforme Flávio Henrique e Mariana Schietti, é neste momento que transicionamos de uma oração pelo pão que precisamos, para uma postura de compromisso para que o pão esteja acessível a todos.

Esta intercessão não se resume apenas a esfera pessoal dos irmãos, mas em favor da Igreja global do Cristo, para que ela seja edificada, adornada e empoderada pelo Espírito para cumprir toda a vontade de Deus em toda a terra. Saímos da esfera da oração particular para uma oração que o Espírito está gerando na família de Deus, para que em nossa esfera particular saibamos como proceder com ações de graças. Vemos esta dinâmica sendo desenvolvida em Habacuque, onde o diálogo inicial é uma suplica pessoal que termina com ações de graças a Deus.

Mas como aplicar este ensino de Habacuque e Paulo sobre a oração com os dias de enfrentamento de crises e de pandemia do COVID19? Clarissa Sanches e Jonathan Menezes nos apontam uma perspectiva bíblica sobre a saúde e bem estar da humanidade.

A preocupação (e cuidado) de Deus com saúde e bem-estar é holística, diz respeito à vida humana em toda sua totalidade; se reflete (sem se limitar), naturalmente, em cuidados particulares; mas faz parte de um projeto mais amplo de Deus (e da Mission Dei), em que a benção, a justiça, a paz e o cuidado integrais se estendem de uma pessoa a outra, de uma cidade a outra, de uma nação a outra, do individual ao coletivo

Este mesmo tipo de pensamento é corroborado por outros autores como Landa Cope, que cita em seu livro Template do Antigo Testamento que "Deus estava ensinado sobre a prevenção de doenças contagiosas, e isso, aproximadamente 3800 anos antes do homem descobrir os germes". Portanto, o maior desafio que temos neste tempo não envolve apenas o enfrentamento da pandemia em si, mas as situações complexas que afetam a sociedade, na medida em que princípios e mandamentos, deixaram de ser observados no desenvolvimento das estruturas sociais modernas.

Outro ponto de dor em nosso país é a mentalidade de polarização que infelizmente tem se enraizado na cultura brasileira. É utopia imaginar, que em um país continental haverá um pensamento homogêneo sobre assuntos que permeiam nossa nação, por isso toda polarização ideológica promove mais retrocesso do que de fato soluções inteligentes para temas complexos. Toda ação implementada mediante uma perspectiva fragmentada, até pode gerar resultados a curto prazo, mas com um custo elevado que  compromete a sustentabilidade à longo prazo.

Portanto, nosso maior desafio não é necessariamente fazer com que as cidades voltem a rotina normal, mas é apresentar protótipos bíblicos validados na área de empreendedorismo e políticas públicas que apresentem respostas mais ágeis, na medida em que se investe numa visão multigeracional de prevenção e proteção da vida.

 

HABACUQUE NOS ENSINA QUE PRECISAMOS DE UMA NOVA ATITUDE PARA COMUNICAR

Quando Habacuque teve uma nova postura para ouvir, foi colocado diante da necessidade de assumir uma nova atitude para responder ao que estava sendo comunicado. Neste momento, deixou de ser alguém que buscava respostas para si, para se tornar alguém que assumiria sua responsabilidade pessoal dentro do que Deus estava fazendo em seu tempo e no porvir.

Então Yahweh me respondeu e ordenou: “Escreve a visão com toda a clareza possível em grandes tábuas, para que até o mensageiro que passa correndo a leia. - Hc 2:2 

A ordem era escrever a visão para tornar a mensagem recebida no particular uma mensagem pública. Não bastava escrever o que tinha visto palavra por palavra, mas deveria escreve-lo de uma forma que todos pudessem ler e entender, mesmo por aqueles que estariam apressados. Não bastava uma tábua, mas a ordem envolvia várias tábuas, assim como não deveria ser  um resumo diluído, mas uma comunicação acessível que deveria concentrar toda a mensagem.

A tendência da igreja na pós-modernidade é diluir a mensagem para torná-la mais acessível as pessoas, mas todo processo de diluição é comprometedor e afeta a maneira que as pessoas entendem e correspondem. É mais fácil pregar sobre a prosperidade financeira, uma mensagem diluída e atrativa, do que falar sobre o processo do desenvolvimento de um coração próspero onde a semente do Reino produz a 30, 60 e 100 por um. É mais fácil falar sobre a prosperidade material para um povo materialista e secular do que falar da espiritualidade próspera na vida dos discípulos, pois somente prosperam integralmente aqueles que são pobres de espírito, que choram, que são mansos, que tem fome e sede de justiça, que são misericordiosos, que são puros de coração, que promovem a paz e que são perseguidos por buscarem a justiça (Mt 5).

Por isso a instrução para Habacuque não era escrever uma mensagem fácil de ser digerida, ou que deixasse o dia das pessoas melhor, mas que tornasse quem tivesse acesso a ela indesculpável perante a própria mensagem. Além disto, o profeta tinha a responsabilidade de saber como comunicar a mensagem em “várias línguagens”. Vemos este mesmo cenário ocorrendo na comunidade de discípulos em At 1 e 2, quando a mensagem que comunicaram foi entendida por todos os que grupos étnicos que estavam em Jerusalém.

A mensagem se tornou acessível a todas as culturas, sem que neste processo de comunicação a mensagem fosse comprometida. Pelo contrário, aqueles que não entenderam perseguiram os discípulos chamando-os de embriagados. O fato é que os que tinham uma mente embriagada pelos seus pressupostos, foram incapazes de perceber que os discípulos na verdade estavam cheios do Espírito. Mas muitos ao ouvirem se admiraram, prestaram atenção ao que estava sendo comunicado e responderam ao chamado do Senhor.

Talvez a nossa mensagem sobre o evangelho do Reino esteja comprometida por nossa falta de postura para ouvir a Deus, ou ainda, pela nossa incapacidade de comunicar a Verdade para aqueles que estão apressados em sua busca pessoal em um mundo secularmente materialista.

O propósito da visão cumpre-se em uma comunicação efetiva. A essência da visão é que aqueles que a buscam a levarão a outro nível. Assim Deus falou a Habacuque pra transcrever a visão de forma que os que a cumprem possam conectá-la ao coração no tempo exato (Hb 2.3) - Obii Pax Harry

Toda mensagem de Deus não se resume a informações a serem repassadas, mas são palavras que nos modelam e nos mobilizam para ações de promoção da vida. O desejo de Deus era que aqueles que acessassem a mensagem de juízo, pudessem responder a ela, com arrependimento e retorno a Deus. Já em nossos dias, a humanidade busca retornar a normalidade da vida. Mas o que é uma vida normal para a sociedade pós-moderna?

O humanismo em seu sentido mais amplo, mais inclusivo, é o sistema pelo qual homens e mulheres, partindo absolutamente de si mesmos, procuram racionalmente construir a partir de si mesmos, tendo exclusivamente o homem como ponto de integração, para encontrar todo o conhecimento, significado e valor (…) o racionalismo ou humanismo representa a unidade do pensamento não-cristão. - Francis Schaeffer

A chave oculta em Habacuque está na dimensão de que Deus é Soberano, e que a sua maneira de governar todos os eventos da criação, sempre terá como finalidade principal a relação do homem com Deus a partir de seu Filho, para que na medida em que conhecemos aquele que tem toda autoridade nos céus e na terra, nos tornemos colaboradores da sua maneira de governar todas as coisas.

 

HABACUQUE NOS ENSINA QUE PRECISAMOS DO TEMOR DO SENHOR PARA GUARDAR A MENSAGEM ATÉ SEU CUMPRIMENTO

Ora, se invocais como Pai aquele que julga imparcialmente as obras de cada pessoa, procedei com sincero temor reverente durante a vossa jornada terrena. - (1Pe 1:17)

O temor envolve reverência, sujeição, honra. O temor não é algo subjetivo, mas está presente na tensão entre o que estamos disposto a sacrificar, para que a integridade da relação com Deus seja preservada. Ainda que etimologicamente, a expressão temor em sua raíz hebraica ירא yare, conforme Is 11.2, tenha o significado de reverenciar, ter medo, honrar, respeitar ou ser tratado com admiração, de maneira prática é uma resposta à contemplação da grandeza de Deus.

A grandeza de Abraão não está em não errar, mas em estar constantemente atento ao erro e repara-lo. Está em pressentir seu sedentarismo e imediatamente descalçar-se a qualquer custo. Qualquer? Essa é a questão existencial e filosófica de Abraão: o preço que ele estaria disposto a pagar por sua integridade. Como seu filho era inquestionavelmente seu bem maior, essa pergunta não pode passar ao largo. Você entregaria seu maior patrimônio por sua integridade? Esse é o lugar de Deus por excelência: a totalidade e o absoluto. Deus está sempre no limite do que é humano: aquilo que não é humano, que está para além da possibilidade humana, é divino. - Nilton Bonder

Enquanto nas palavras de Bonder, temor e integridade caminham de mãos dadas, para o Rabino Isaac Dich “não houve quem tivesse prestado a devida atenção às coisas espirituais, que não tenha alcançado o temor ao Eterno”. Esta tensão cresceu no interior de Habacuque, na medida que a mensagem recebida, afetaria não apenas sua vida, mas de todo seu povo. Acreditamos que este é o maior resgate do entendimento profético que nós como igreja precisamos experimentar em nosso tempo. Não podemos mais considerar a mensagem que ouvimos como uma notícia a ser repassada, mas como uma espada que divide nosso interior, trazendo definição dentro de nós e que se estende as estruturas e ambientes sociais na medida em que nos modela.

Senhor, ouvi o relato sobre ti. Estou aterrorizado com seus atos. Traze tua obra à vida em nossa era, torna-a conhecida em nosso tempo; mas em sua ira, recorda da sua compaixão. - Hb 3.2

A palavra רחם racham traduzida por compaixão, nas palavras de Cristopher Walker, significa “um sentimento profundo de ternura e preocupação despertado pela fraqueza ou sofrimento de pessoas que passam por aflição ou infortúnio, acompanhado por um desejo de aliviar sua condição”. Enquanto a realidade de Deus era aterradora aos olhos de Habacuque, o juízo eminente trazia medo, pavor e incerteza sobre os dias vindouros. As palavras liberadas não eram de motivação emocional, mas uma realidade espiritual que afetaria a vida de todos. Isto fez com que Habacuque somatizasse em seu corpo o abalo que estava acontecendo em seu espírito e alma. Por isso, clama a Deus, recorrendo ao Seu amor pactual, para permanecer firme em meio a um cenário de caos e incertezas. Sua confiança se tornou transcendente por causa de uma fé resoluta, ancorada na promessas eternas de Deus ao seu povo.

Ainda que a figueira não floresça, nem haja uvas nas videiras; mesmo falhando toda a safra de olivas, e as lavouras não produzam mantimento; as ovelhas sejam sequestradas do aprisco, e o gado morra nos currais, eu, todavia, me alegrarei no SENHOR, e exultarei no Deus da minha salvação! Yahweh Adonai, o SENHOR Soberano, é a minha força! Ele faz os meus pés como os do cervo; faz-me caminhar por lugares altos. - Hb 3.17-19

O temor como um principio de resposta a grandeza de Deus, nos revela algo ainda mais profundo. Nossa capacidade de guardar as palavras ditas é fruto da operação do Espírito (Is 11.2) sobre nós, nos influenciando e parametrizando nossas ações. O temor nos impulsiona a cumprir a vontade de Deus através da operação do Espírito, nos dando agilidade para cumprir, resiliência e perseverança para permanecermos em seu Filho, e autoridade para avançar, transpondo situações desfavoráveis a partir do lugar onde Deus move todas as coisas.

 

CONCLUSÃO

A narrativa da experiência transformadora de Habacuque é tão atual quando os relatos dos noticiários de nossos dias. Estamos em meio a uma crise sanitária, econômica, social, governamental, cultural, educacional e política. Mas diante deste quadro, temos clareza sobre o que Deus está fazendo em nossos dias? Vemos apenas uma pandemia viral e um colapso econômico, ou conseguimos perceber as consequências do colapso espiritual do homem pós-moderno?

Nos diálogos de Habacuque, somos confrontados em nossa perspectiva sobre o enfrentamento, não apenas da pandemia do COVID19, mas de todas as crises que ainda assolarão a humanidade até o dia do Senhor. Por isso nossa oração, é para que possamos nutrir a mesma perspectiva que havia em Cristo sobre a Missio Dei. Não podemos mais como Igreja buscar por soluções desprovidas de discernimento do que Deus está desenvolvendo em nossos dias. Por isso, precisamos olhar para os cenários da vida de Habacuque, e nos posicionarmos neste lugar onde vemos o Senhor e ouvimos suas instruções, para entendermos claramente nosso papel nos adventos globais de nosso tempo.

Para sermos efetivos em nosso serviço sacerdotal neste tempo, precisamos de postura para ouvir, atitude para comunicar e temor para guardar, para que através da obra redentora do Cordeiro de Deus e da autoridade do Cristo Ressurreto, sejamos proclamadores do Evangelho para restauração dos lugares assolados para a glória de Deus .

Religião

MOB Collab
Marcelo Souza
Marcelo Souza Seguir

Casado com Zélia e pai da Júlia. Pastor na Missão Mobilização, Founder da Illumine, Presidente da Acridas, mentor e conselheiro de empresários em várias regiões do Brasil.

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