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Estado/Família e Reino/Família

Estado/Família e Reino/Família

 

Estado/Família

Existe uma situação na sociedade que já há algum tempo me deixa indignada o entendimento desta, foi sendo fortalecido durante minha formação, neste período percebi a construção histórica e sua intencionalidade.  Antes de continuar o desfecho da questão, a exponho: A interferência do Estado no papel da família.

Sempre me interessei pelas leis educacionais, me recordo, que num dado momento consegui fazer um paralelo bem coerente do ECA e Lucas 2:52, estruturei-os como conteúdo didático a ser planejado com o objetivo de se alcançar estatura (saúde) sabedoria (conhecimento) e graça (espiritualidade) diante de Deus e dos homens. É fantástico o discorrer deste paralelo.

 Com o passar dos anos e as experiências, percebi que o dever do Estado para com o cumprimento dos direitos da criança e do adolescente e que é em primeira instância, da família, foi supervalorizado, respaldado e fiscalizado em detrimento do dever e responsabilidade dos pais, o Estado estava e vem sendo a muitos anos, “empoderado”  para tais intervenções ao invés de se ater a garantir subsídios e estruturas para que esta família cumpra o seu papel, ele quis tomar conta de tudo. Os pais ou responsáveis então, não perceberam, pois estavam muito atarefados com o trabalho/emprego que agora tinham para “suprir” as necessidades dos filhos, entregou-os assim, a terceiros (escola em tempo integral, avós, cuidadores, igrejas e etc).

 Minha indignação era por ver o cenário de consequências desastrosas sendo construído pedagogicamente e podendo chegar num ponto (e chegou) onde os pais não soubessem mais retomar, ser família. Na vulnerabilidade/necessidade dos pais, o Estado viciou a sociedade, neste caso, as famílias, a depender dele, mas não a subsidiou a permanecer sendo responsável e assim o fez diante de outras demandas sociais.  Hoje, existe este grande desafio a ser vencido: Devolver aos responsáveis sua tarefa, mas este desafio só será vencido a partir do entendimento de ambas as partes. Onde aí sim, caberá ao Estado planejar estratégias para orientação a estas famílias.

Reino/Família

Como proposta reflexiva a respeito da situação citada acima, vejo, de forma muito otimista, uma oportunidade sendo dada em meio a uma circunstância de caos, querendo ou não, estes pais ou responsáveis precisam priorizar o seu papel legal e que por ser legal e Real, vão obter graça Divina para o fazer e ser, assim como Maria e tantas outras mães bem-sucedidas, obtiveram graça para ser mãe de quem foram e são. Alguns aproveitarão e/ou estão aproveitando bem, e espero que seja a maioria, pois num grande número de concordância há cultivo de uma nova cultura.

Quero ainda trazer outra perspectiva dentro do mesmo assunto, mas esta, pode parecer mais mística ou abstrata, mas que na prática é matematicamente aplicável. Quando há mudança de mente, arrependimento, retomada ou conversão aos princípios Eternos como resultado deste arrependimento, inicia-se aí o processo de redenção. Assim, vejo que estamos num prenúncio de muitas novas famílias sendo formadas e estabelecidas aos que tem uma predisposição a ser esta família Real, vejo que muitas serão constituídas, desenvolvidas e enviadas para toda a terra, a fim de honrar e dar sequência, seguindo assim, a linhagem do nosso pai na fé Abrãao,  e sendo uma família bendita a multiplicar-se e a produzir novas sementes de uma cultura celestial.

A partir desta benção dada a Abraão e estendida a nós, busquemos este paralelo em todos os seus detalhes e o “linkemos” com nossa vida prática de fé. Que acreditemos nos “encontros Eternos”, que estão prestes a acontecer ( Gn 24).

Neste processo, haverá direções não muito claras, como: “Sai da tua terra e da sua parentela para a terra que eu te mostrarei...Gn 12.

Haverá promessas: “Eu farei com que o número de seus descendentes seja grande...” Gn 16:10 e 11.

 Haverá aliança com Deus: “Eu faço com você esta aliança...” Gn 17:4.

Haverá honra e milagres a mulheres mais velhas: “Sara, sua mulher terá um filho...” Gn 18:10.

Haverá o desenvolver da fé, através de provas de Sua aliança e de sua palavra “Pegue agora Isaque seu filho...” Gn 22:2.

Portanto, como herdeiros desta promessa, seremos co-participantes  do processo redentivo que trará a Realidade do céu na terra.

 

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